Nome: Rui Paulo Agostinho Lopes
Data de nascimento: 11/05/1972
Naturalidade: Moçambique
Formação: Licenciatura em Economia – Faculdade de Economia do Porto
Primeiro emprego: Banco BPI – Gestor de Conta
Empresa actual: Meioregional
Função que desempenha: Administrador
Outros cargos e outras experiências: Administrador da Lena Comunicação
Qual é o livro da sua vida?
"Os Maias", de Eça de Queirós.
Qual é o filme da sua vida?
Um bom clássico.
Qual é a música ou o grupo musical da sua vida?
U2 e Xutos & Pontapés.
Qual é o seu lema de vida?
Nunca desistir.
Qual a pessoa que mais o/a marcou, ao longo da sua vida?
Têm sido várias.
Qual é a sua viagem de sonho (realizada ou não)?
Voltar às origens: Moçambique.
Qual é o seu clube de futebol?
Sporting.
Tem algum hobby, alguma paixão?
Futebol.
Um defeito que não tolera? Uma qualidade que aprecia?
A mentira e a inveja. A franqueza.
Em média, quanto tempo diário dedica a:
ver televisão (aerial e cabo)? 1h
ouvir rádio? 30m
ler jornais e revistas? 30m
navegar na Internet? 30m
Qual o anúncio que mais recorda?
BIC Laranja. BIC Cristal. BIC! BIC! BIC! BIC! BIC! BIC!
Que profissão sonhava desempenhar na sua infância ou juventude?
Futebolista, mas a habilidade era pouca…
Qual foi, até hoje, o momento mais marcante da sua carreira profissional?
Os momentos em que vi no rosto da minha equipa aquela sensação de missão cumprida!
Qual o episódio profissional mais caricato que já viveu?
Resgatar uma edição de um jornal regional de uma viatura avariada e transportá-lo no meu Corsa, cheio até ao tecto, madrugada a dentro, até aos CTT de destino. No fim, ainda tive de fazer de chefe de estação e dividir os jornais pelos diversos carteiros. A máxima cumpriu-se: aconteça o que acontecer, o jornal chega sempre aos leitores!
Que medida ou medidas implementaria, se, por um dia, fosse Secretário de Estado para a Comunicação Social?
Tornava obrigatória a auditoria à circulação, pela APCT, de todos os jornais que recebem apoios do Estado. O objectivo: mostrar que a “imprensa regional” tem uma importância maior do que aquela que o mercado lhe dá. Afinal, temos o exemplo espanhol aqui ao lado!
Acredita em profecias? Acredita que o mundo vai acabar em 2012, como defendiam os Maias?
Não.