Informação Geral
O
Correio da Manhã mantém a liderança no ano de 2011 no segmento dos diários generalistas com uma média de circulação paga superior a 125 mil exemplares por edição. O título da Cofina é responsável por 44% do total de exemplares pagos do segmento. Face a 2010, a variação é pouco significativa.
O segundo lugar é para o Jornal de Notícias, da Controlinveste, apresentando uma média superior a 85 mil exemplares pagos por edição, o que significa um pequeno crescimento de 0,8%. Em conjunto, o
Jornal de Notícias e o
Correio da Manhã respondem por 74% da circulação paga dos diários de informação geral.
O
Diário de Notícias é a publicação que obteve a subida mais significativa, o que lhe permite terminar o ano como o terceiro diário generalista nacional. Com um crescimento na ordem dos 16%, o diário da Controlinveste ultrapassa o Público e fixa a sua média acima dos 34 mil exemplares por edição.
O
Público e o
I Informação são os títulos que mais perderam exemplares pagos. O Público, da Sonaecom, caiu 2,6% para cerca de 33 mil exemplares. Já o I Informação, adquirido recentemente pelo empresário Manuel Cruz, acusa uma queda de 13,3%, fixando a sua circulação acima dos 8 mil exemplares.
Em relação ao segmento dos diários gratuitos,
Destak e
Metro diminuíram a circulação total face a 2010. Os dois títulos da Cofina repartem o mercado, com circulações médias pagas a rondar os 90 mil exemplares por dia.
Entre os títulos não diários, a primeira nota dirige-se para o crescimento de 12% da newsmagazine
Focus, o que perfaz uma circulação média superior a 17 mil exemplares pagos. Apesar do resultado positivo, a publicação da Impala foi encerrada no início deste ano.
O semanário
Sol protagoniza a maior descida (-21%), situando-se pouco acima dos 33 mil exemplares por edição, menos 9 mil que no ano anterior.
O
Expresso, da Impresa Publishing, conserva a liderança entre os não diários, apesar de uma descida de 5% face a 2010. Trata-se do único título do segmento com uma circulação paga acima dos 100 mil exemplares.
Económicos
Os diários económicos registam quebras muito ligeiras comparativamente ao período homólogo. O
OJE, da Megafin, que tem um preço simbólico de apenas um cêntimo, sofre um decréscimo de 8%, conservando todavia a liderança com uma circulação paga superior a 22 mil exemplares.
O
Diário Económico, da Ongoing, ocupa o segundo lugar, apesar da queda de 5%. A circulação deste título está agora abaixo dos 15 mil exemplares pagos por edição.
O
Jornal de Negócios (Cofina) mantém praticamente inalterada a sua circulação.
Na imprensa económica não diária, a revista
Marketeer é a única que cresce em 2011. A circulação da revista da Multipublicações sobe 7% e supera agora os 14 mil exemplares mensais.
A maior queda pertence ao semanário
Vida Económica, cuja circulação paga recua 11%, ficando abaixo dos 10 mil exemplares.
A revista mensal
Exame continua líder do segmento. Todavia, evidencia uma redução de 9%, que se traduz num total abaixo dos 20 mil exemplares.